quinta-feira, julho 14, 2005

lei da nacionalidade




As associações de imigrantes sentem-se enganadas com a proposta de lei da nacionalidade, por continuar a privilegiar o ius sanguinis. E vão marcar uma reunião para discutir formas de luta. Isto porque não é concedido directamente o estatuto de português a quem nasceu em Portugal, mas só ao fim de seis anos de residência legal dos pais, de dez das crianças e aos filhos de imigrantes já nascidos em território português (3.ª geração). Estimam que existem 100 mil a 150 mil pessoas nascidas em Portugal e que são estrangeiras.

Os representantes dos imigrantes, individualmente ou através da Plataforma de Associação de Imigrantes e do Conselho Consultivo para os Assuntos da Imigração (COCAI), sempre defenderam a atribuição do critério ius soli tem a nacionalidade do país onde nasceu, independentemente da nação dos progenitores, como estipulava a lei de 1960. É, também, esta a regra de países de destino dos portugueses, como a Alemanha, a França, o Canadá e os EUA.

Os dirigentes associativos dizem que o alto-comissário para a Imigração e Minorias Étnicas, padre Vaz Pinto, e o Presidente da República, Jorge Sampaio, defenderam a valorização do sítio onde se nasce na atribuição da nacionalidade. E que, quando José Sócrates divulgou a proposta de lei no debate no Parlamento sobre o estado da Nação, disse que, "com prudência, mas com realismo", seria "revalorizado" o factor ius soli.

"Ficámos a pensar que a nacionalidade seria imediata, mas assim não posso concordar com a lei", protesta Ludymila Bila, da Associação de Apoio ao Imigrante. Também Igor Klashin, da Edintvo, diz sentir-se revoltado. E desafia "Perguntem aos ascendentes de portugueses que vivem no Canadá e na Alemanha se gostavam de ser estrangeiros no seu país?" Estes dirigentes representam as comunidades de Leste, legalizadas em 2001 e que pouco irão usufruir com a nova lei. Mas também os africanos estão descontentes porque se perdeu a discriminação positiva que existia para com os cidadãos nacionais de países de língua oficial portuguesa.

Vaz Pinto não comenta a nova lei por não a conhecer ao pormenor e Jorge Sampaio não o fará porque a tem de promulgar. A proposta do Governo de alterações à legislação da nacionalidade será discutida depois das férias na Assembleia da República, ao mesmo tempo que as do BE e do PCP, que vão no sentido oposto. Daí que as associações entendam que nem tudo está perdido.

Luta. "Vamos ter de mudar de postura e de atitude. Achamos que não está nada perdido e vamos lutar para que seja aplicado o ius soli e não o ius sanguinis, que se mantém na proposta do Governo", disse ao DN Mamadu Ba, porta-voz da Plataforma de associações.

O ius sanguinis faz depender a nacionalidade dos laços de sangue, dos progenitores. É esta a exigência do Estado português desde 1981 (regulamentada em 1982 e com alterações em 1994) e que implica que existam milhares de crianças estrangeiras sem nunca terem conhecido outro país a não ser Portugal. Ninguém sabe ao certo quantos serão, mas imagina-se um número elevado analisando a di- mensão dos agregados familiares de imigrantes, que são quase o dobro dos portugueses, e o número oficial de estrangeiros, 460 mil.

Mamadu Ba diz que as estimativas das associações são entre cem a 150 mil pessoas que deveriam ter direito imediato à nacionalidade portuguesa. Alcestina Torres, presidente da Associação Cabo-Verdiana, não avança com números, mas avança que serão muitas crianças e jovens. E, segundo Fernando Ka, presidente da Associação Guineense, diz que "há situações bizarras", famílias em que um filho tem a nacionalidade portuguesa e os outros não.

Assim, defende que deveria ser feito um estudo exaustivo sobre a realidade das crianças nascidas em Portugal e da situação em que se encontram. "Estes jovens têm sempre dificuldades por não serem portugueses. Por exemplo, quem não pode ou não quer estudar, não pode praticar um desporto federado porque as equipas só podem ter dois estrangeiros", protesta Fernando Ka. "Crescem com a revolta de serem considerados estrangeiros. E estão em constante luta para provar qualquer coisa. As oportunidade não são iguais para os que têm nacionalidade portuguesa e os que não têm", diz Alcestina.

http://dn.sapo.pt/2005/07/14/tema/imigrantes_organizamse_contra_da_nac.html
Isto tudo nao passa de uma verdadeira palhaçada,como e possivel alguem que nada tem de português (lingua, cultura etc)querer a nacionalidade portuguesa?
  1. OSr Mamadu nao passa de um preto racista com ideias de usurpaçao de um espaço que nao lhe pertençe
  2. Os emigrantes sao os primeiros a nao aceitar a nossa cultura mantendo a deles e fechando-se dentro das suas comunidades.
Os emigrantes de 2ª e 3ª geração não se integraram nunca na sociedade portuguêsa tendo continuado a falar crioulo e outros dialectos de origem africana,ou mais recentemente expressões americanizadas baseadas na cultura hip-hop.

portanto como tenho dito e continuo a dizer:
Um cão pode nascer num estabulo isso nao faz dele um cavalo

13 Comments:

Anonymous Anónimo said...

Saudações...

Primeiro que tudo quero dar os parabens e ao mesmo tempo força ao Wermart.

Segundo, epá aquela frase de que um cao se nascer num estabulo nao passa a ser um cavalo, penso que é das frases que mais demonstra o que se passa hoje em dia, em termos de nacionalidades, porque ainda existem partidos como o Partido Contrabandista Pretogues e o bloco de esterco, que fazem pressao para que de certa forma passemos entao a sermos todos cães ou todos cavalos, agora que nos desvalorizem a nos portugueses para que esses montes de mescla negra se possam rir de nos é que nao...

Iron Cross.

4:33 da manhã  
Anonymous Orgulho-Africano said...

Vocês não passam senão duns FRUSTRADOS e XENÓFOBOS. Sempre queria ver se os 5.000.000 (cinco milhões)de Portugueses na diáspora fossem todos corridos com vocês se arranjavam. IGNORANTES e MAL FORMADOS

7:15 da manhã  
Blogger Iron Cross said...

orgulho-africano estas no local errado diregete aos blocos de esquerda e afins os portugueses emigrados nao deixam de ser portugueses,ignorante e mal formado e vç que nao percebeu a nota intodutoria deste blog antes os nossos emigrantes voltarem do que aturar a escumalha que voces sao.mas se quiser as minhas botas mostrarlheao quem e frustrado.e ja agora volte pra sua terra com o seu orgulho macaco

7:55 da manhã  
Anonymous Anónimo said...

PREFIRO PORTUGUESES REPATRIADOS MESMO 5 MILHÔES DELES QUE A ESCUMALHA NOJENTA

agora pergunto... mas que merda os pretos fizeram para teres orgulho em ser preto?

hum?
eu se fosse preto era um complexado da merda...tal como tu és...

3:55 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

wemart meu cão selvagem
Escusas de espumar pela boca e arreganhar os dentes :p
Quando souberes e aprenderes a escrever a tua própria língua, terás a minha atenção.
Posto isto, deixo-te meu desprezo

1:43 da manhã  
Anonymous Anónimo said...

ah...
esqueci-me de assinar wemart
sou o orgulho-africano

1:45 da manhã  
Blogger Iron Cross said...

Sr orgulho-macaco desde ja lhe digo que:
Nem me preoucupo muito em escrever correctamente pra lhe responder, mas vou tentar escrever de modo a que voçe perceba.
Mas nao se trata de racismo ou xenofobia.
Não e minha intenção segregalos escurraçalos ou outra qualquer forma de selvajaria.
E claro racismos baratos nao admito,nem de uma parte nem de outra.
Voçe apareçe aqui com o nome de orgulho-africano isso pura e simplesmente reflete o orgulho que voçe tem nas suas origens(muito bem)
continue com o seu orgulho,mas nao me chame racista por eu ter o meu.
O post refere-se á lei da nacionalidade(caso nao tenha percebido),como o senhor tem o seu orgulho-macaco nao precisa da nacionalidade Portuguesa para nada,portanto:vá pra puta da sua ilha.E já agora nao seja racista.

2:00 da manhã  
Anonymous orgulho-africano said...

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4:05 da manhã  
Anonymous orgulho-africano said...

Ah...
Antes que tarde seja, vim rectificar a falha nas teclas: onde se lê "tritemente" deve se ler "tristemente" como é óbvio.

orgulho-africano

4:44 da manhã  
Blogger Iron Cross said...

Este comentário foi removido por um administrador do blogue.

4:48 da manhã  
Blogger Iron Cross said...

Realmente sr orgulho-macaco ja estou a ficar sem paciencia para o aturar quanto a escrita trata-se de nao ter muita paciencia nao de ser iletrado e ja agora eu sou fotografo e baseio-me mais nisso pra mostrar as minhas ideias cada um pro que nasceu mas esse assumto e apenas um pretexto que voçe arranjou porque nao tem argumentos em relaçao aos asuntos deste blog,essa das mulhers brancas foderem com pretos, e com elas mas devo dizer-lhe que apenas e a rale e ja agora vç nunca viu nem vai ver o meu rendimento sexual mas devolhe dizer que nem casado sou e que tenho 2 filhos lindissimos brancos altos loiros enfim material de primeira e digame o que tem a dizer dos filhos di nota di vinti iscudo?

4:50 da manhã  
Anonymous orgulho-africano said...

Ainda não percebi pq me sensuras senhor wermat.
Sabe o que é democracia ou terei que o ensinar?
Porque razão as coisas que eu escrevo são sensuradas meu cão?
Sensura é resposta dos fracos. Daqueles que não sabem sequer responder.
Vai sensurando, contudo não vou deixar de vos repostar
Aguardem próximas núpcias

Abraço

3:52 da tarde  
Blogger Iron Cross said...

olha olha sr orgulho-macaco sensurado escreve-se assim "censurado"vou-lhe deixar ficar a mensagem mas ainda continua se responder ao assunto do post.Eja agora meta-se na maquina do tempo que eu dou á manivela até voçê volatar pra cona da sua mãe.

12:20 da tarde  

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